A superstição do divórcio

1,640.00MT

Ficha Técnica:
ISBN: 9788584910854
Editora: Ecclesiae
Dimensões: 16.00 x 23.00 cm
Páginas: 152
Edição: 1
Encadernação: Brochura
Subtítulo: e outros ensaios sobre a família, a mulher e a sociedade
Idioma: Português
Com zíper: Não
Idade mínima: 1
Idade máxima: 99

Compare Added Add to Wishlist Browse Wishlist
Categoria:

Descrição

A superstição do divórcio

Embora tenha sido escrito na época das mudanças nas leis sobre o matrimônio para facilitar o divórcio na Inglaterra (no início do século XX), não se trata de um libelo contra o divórcio, mas de uma defesa ao matrimônio.

Para Chesterton, divorciar-se é, literalmente, descasar-se. Portanto, para desfazer algo é preciso saber antes se essa coisa está feita. A discussão pode parecer antiga, mas o mundo moderno adotou o divórcio como exemplo de liberdade. Chesterton pretende apenas demonstrar que o divórcio está longe de ser um ato de liberdade, pois a quebra de um voto de confiança, de comprometimento, não afeta apenas o fundamento da família, mas também de toda a sociedade que não funciona sem o voluntarismo de se manter intactos os compromisso assumidos.

Sobre o autor:

Gilbert Keith Chesterton foi um jornalista e escritor inglês, nascido em Londres em 29 de maio de 1874. Foi educado na escola de St. Paul e em seguida ingressou na Slade School of London para estudar artes. A sua família era anglicana, mas em 1922 Chesterton se converteu ao Catolicismo por influência do escritor Hilaire Belloc, com quem mantinha grande amizade.

Avaliações

Não há avaliações ainda.

Seja o primeiro a avaliar “A superstição do divórcio”

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *